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Mostrando postagens com o rótulo competências socioemocionais

Ser ou estar professor?

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  Ouço e vejo muitas pessoas falarem que ser professor é uma missão ou vocação. Em minha opinião, todas as profissões podem ser a missão de alguém, ainda mais se fizerem bem feito seu trabalho. Porém, se foi uma escolha com base no que seus pais queriam, ou o que esperavam de você, ou não sei fazer nada talvez eu consiga fazer isso, então esta não é sua missão, não importa qual profissão siga. Professor é uma profissão e como qualquer outra demanda aperfeiçoamento e dedicação, principalmente, merece ser valorizado. Vamos pensar nas palavras SER e ESTAR. Estar – sua atuação profissional. Estar professor: Sua prática. Ser – quem você é, pois tudo o que você faz, sua personalidade influenciará no resultado. Estou focando no professor, mas qualquer profissão será influenciada pelo profissional que está atuando. Então, para ser um bom professor precisa saber o conteúdo, saber sobre aprendizagem e desenvolvimento humano, ter técnicas de comunicação e prática pedagógica e fo...

O que provoca violência e indisciplina na escola?

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          Crianças violentas ou indisciplinadas reagem quase buscando um resgate do que lhes foi reprimido ou tirado. Elas querem sua liberdade de volta. Lutam pelo seu espaço, pela sua identidade.      Por que quem se defende sempre é o culpado das brigas?    Observei muito isso nas escolas. A pessoa está passando viu a criança brigando, xingando, mas o que fez ela fazer o que fez? E só ela é repreendida. Quem reprimiu, agrediu, submeteu e forçou as crianças a se conterem e travarem sua energia, movimento e fala que estão em desenvolvimento?      Os projetos que se criam em busca de neutralizar a violência, muitas vezes, mantém o ciclo de mobilizar, docilizar, coagir, mas se justamente isso um dos fatores que a provocou, ONDE VAMOS PARAR ? As salas de aula geram a violência quando violentam a natureza humana impedindo-a de se expressar.      Deveria se buscar a causa da violência, porque ela existe, pa...

Excesso de realidade

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"Muitas vezes se diz que, quando uma criança chora, a gente deve deixá-la chorar até cansar, pois, caso contrário, nunca saberá esperar. Pois bem, este pode ser um exemplo típico do excesso de realidade na vida de uma criança. É claro que ela vai parar de chorar. Mas de exaustão. Se for só manha, passará logo, e ela voltará a algum tipo de brincadeira. Mas se for necessidade da presença de um adulto protetor, gerada por algum medo ou ansiedade, a exaustão tomará conta do seu corpo. Vai dormir, pois a dor psíquica gerada pelo excesso lhe acarretará cansaço. E nessas horas o bom senso ou uma interpretação clara são exigidos do adulto, que deve estar atento para quando for convocado para proteger a criança dos excessos. Aqui não podemos esquecer que a criança é um ser em desenvolvimento, portanto, com a atividade mental também em desenvolvimento. Por isso, bons pais são aqueles que detectam e protegem as crianças dos excessos. Isto certamente ajudará para que o medo da e na vida ...

EMPATIA NO COMBATE A VIOLÊNCIA

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Acredito que a empatia seja a solução imediata para diminuir a violência nas escolas. Por falta de psicólogos e psicopedagogos no ambiente escolar, ao diminuir o autoritarismo, e colocar o aluno com mais responsabilidades por seu aprendizado, aliado com a empatia do professor, onde ele se coloque mais no lugar dos alunos, poderiam ficar mais próximos e ajudar mais os que têm dificuldades . Para quem não está familiarizado com o termo, empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro e perceber as coisas pelo olhar do outro. Cada pessoa tem uma forma de ver a vida e as coisas pelas quais passa. E apesar de tentar se por no lugar do outro, mesmo achando que o outro possa estar dramatizando demais, é bom lembrar que o que é fácil para mim pode não ser para ti. Por isso, além da empatia é bom não julgarmos os sentimentos alheios. Quando a gente pensa em formação de professores, lembramos em palestras e cursos, para reciclar e se atualizar. Porém, sem desmerecer tais métodos...

Educação Emocional na Escola?

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Queridos, estava lendo uma reportagem num site espanhol sobre Educação Emocional que ajuda a diminuir a violência e concordo plenamente. O mais interessante é que pude perceber que a situação da educação internacional não está tão diferente da nossa no Brasil. Claro que tanto aqui como em outros países há exceções, e lugares com propostas maravilhosas que fazem a diferença. O foco das escolas em nível mundial está sendo o de passar nas provas e avaliações, mas e o aluno, onde entra nesta história toda? Por que o rendimento se tornou mais importante do que o desenvolvimento holístico da criança? O aluno é apenas o seu cérebro racional? Apenas um corpo para o trabalho? E o seu direito de exercer a cidadania? Quando vai aprender a desenvolver seu emocional e seu pensamento crítico? Quando terá voz e vez de se expressar? A educação emocional por um bom tempo foi encarada como perda de tempo. Mas neurocientistas já provaram que o centro cognitivo e de memória encontra-se també...

Violência na escola – É problema meu?

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Como todos os problemas, sempre esperamos encontrar algum culpado ou alguém para colocar a responsabilidade por eles, e tirarmos o nosso corpo fora da jogada. Mas quando temos um ambiente social e um problema social envolvido, não podemos nos omitir frente ao fato. A violência é uma consequência da negligência no ambiente escolar ao lidar com os conflitos. É consequência de a sociedade ser competitiva, termos pouca segurança nas ruas, pela violência nos meios de comunicação, pelos pais não terem mais tempo de conviver e educar seus filhos. Há muita coisa envolvida para que a atual situação esteja neste caos. Mas a escola estando envolvida e tendo uma contribuição significativa no processo, deve pensar de que maneira pode ajudar na reversão dos problemas de violência em seu contexto. Pois, no momento que a escola é palco de brigas, gritos e empurrões, e o recreio, entrada e saída deixam alunos inquietos e inseguros, professores e equipe diretiva de cabelos brancos, quando alguém vai...

Psicopedagogia Clínica

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A psicopedagogia surgiu da necessidade de um olhar específico para as dificuldades de aprendizagem e para a compreensão do processo de aprendizagem de crianças de inclusão, pois médicos, pedagogos e psiquiatras não estavam dando conta de lidar separadamente do problema, então se uniram para pensarem juntos, desenvolvendo esta nova área de conhecimento. Se ocupando dos processos de aprendizagem, a psicopedagogia abrange uma gama científica impressionante de informações, olhando o cliente como um todo, indo desde a pedagogia, passando por neurociência, filosofia, sociologia e vários outros conhecimentos de diversas ciências pra poder identificar por onde passa o problema e se unir aos especialistas de cada escopo afetado. O problema de tanta abrangência é que alguns especialistas ficaram receosos de perderem clientes para os psicopedagogos, porém o trabalho deste é justamente unir forças para a intervenção eficaz, identificando o que a criança mais precisa, realizando a clínica int...