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Mostrando postagens de 2015

EMPATIA NO COMBATE A VIOLÊNCIA

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Acredito que a empatia seja a solução imediata para diminuir a violência nas escolas. Por falta de psicólogos e psicopedagogos no ambiente escolar, ao diminuir o autoritarismo, e colocar o aluno com mais responsabilidades por seu aprendizado, aliado com a empatia do professor, onde ele se coloque mais no lugar dos alunos, poderiam ficar mais próximos e ajudar mais os que têm dificuldades . Para quem não está familiarizado com o termo, empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro e perceber as coisas pelo olhar do outro. Cada pessoa tem uma forma de ver a vida e as coisas pelas quais passa. E apesar de tentar se por no lugar do outro, mesmo achando que o outro possa estar dramatizando demais, é bom lembrar que o que é fácil para mim pode não ser para ti. Por isso, além da empatia é bom não julgarmos os sentimentos alheios. Quando a gente pensa em formação de professores, lembramos em palestras e cursos, para reciclar e se atualizar. Porém, sem desmerecer tais métodos...

O papel do pai no cuidado com o bebê

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Achei este vídeo sensacional e de fundamental importância para a inclusão do pai na relação mãe-bebê. Acesse:  https://youtu.be/VBNPbpwFT9o

Mandala em Arteterapia

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Para os que não conhecem, as oficinas de Arteterapia são voltadas para pessoas interessadas em mudança, em autoconhecimento, em transformação, em melhorar sua autoestima, desenvolver criatividade, habilidades motoras, habilidades de trabalho em equipe, e descobrir potencialidades que nem sabiam que tinham. Nas oficinas temos infinitas possibilidades, técnicas e materiais que podem ser combinados e transformados por quem tiver a oportunidade de vivenciar a arteterapia. Dentre estas técnicas encontramos a criação de mandalas, que podem ser utilizadas e aproveitadas de diferentes formas, trabalhando todos os assuntos possíveis, pois como Jung comenta, elas são estruturantes da personalidade . A origem do termo “mandala” vem do sânscrito e quer dizer “círculo”, símbolo do sagrado, muito utilizado como instrumento de meditação no Oriente. Jung trouxe a mandala para sua teoria tratando-a como símbolo do Si Mesmo, a totalidade da personalidade. Contemplar uma mandala traz paz, sens...

Educação Emocional na Escola?

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Queridos, estava lendo uma reportagem num site espanhol sobre Educação Emocional que ajuda a diminuir a violência e concordo plenamente. O mais interessante é que pude perceber que a situação da educação internacional não está tão diferente da nossa no Brasil. Claro que tanto aqui como em outros países há exceções, e lugares com propostas maravilhosas que fazem a diferença. O foco das escolas em nível mundial está sendo o de passar nas provas e avaliações, mas e o aluno, onde entra nesta história toda? Por que o rendimento se tornou mais importante do que o desenvolvimento holístico da criança? O aluno é apenas o seu cérebro racional? Apenas um corpo para o trabalho? E o seu direito de exercer a cidadania? Quando vai aprender a desenvolver seu emocional e seu pensamento crítico? Quando terá voz e vez de se expressar? A educação emocional por um bom tempo foi encarada como perda de tempo. Mas neurocientistas já provaram que o centro cognitivo e de memória encontra-se també...

Dia do Arteterapeuta

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PaRaBéNsSsSs ARTETERAPÊUTAS 22/04 Esta técnica abaixo é excelente: Você pega uma folha, um lápis, respira fundo, fecha os olhos e sai riscando, põe tudo pra fora, foca no que está sentindo, pode ser raiva, ansiedade, cansaço. Quando se sentir mais aliviado, pode abrir os olhos. Você pode procurar identificar na imagem elementos que tenham sentido para você e pintar, mas só o risco irá te trazer um alívio enorme tanto dos problemas que estiverem pairando na sua consciência, quanto de questões que nem reparou que estavam lhe incomodando, e que, às vezes, aparecem nos elementos que você encontra no desenho.  Você se sentirá mais atento e focado no que for fazer depois desta técnica. Experimente!

Edgar Morin: é preciso educar os educadores

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Olá! Sei que a muito não escrevo, pretendo retomar o blog e não poderia deixar passar esta entrevista super interessante com Edgar Morin, pensador francês, que esteve no Brasil ano passado. Na entrevista, ele pontua questões muito importantes que venho me questionando já faz um tempo:  - Porque o conhecimento é fracionado em disciplinas? - O professor é realmente necessário? De que maneira ele é necessário? Fazendo um link com o vídeo de José Pacheco, da escola da Ponte, onde ele diz: Aula não ensina, prova não avalia, porque tantos debates e nada muda? Acredito que o foco da mudança deva começar pela formação do professor, e não apenas o que ele vai adquirir nesta formação, mas o exemplo de ação que terá dos próprios professores que vão auxilia-los em sua formação. Não adianta pregar construtivismo, sem entender como se aplica e sem vivenciá-lo durante sua formação. Na faculdade vão aprender a teoria, mas na hora de avaliar, vão fazer prova e trabalho...