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Mostrando postagens de abril, 2015

Educação Emocional na Escola?

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Queridos, estava lendo uma reportagem num site espanhol sobre Educação Emocional que ajuda a diminuir a violência e concordo plenamente. O mais interessante é que pude perceber que a situação da educação internacional não está tão diferente da nossa no Brasil. Claro que tanto aqui como em outros países há exceções, e lugares com propostas maravilhosas que fazem a diferença. O foco das escolas em nível mundial está sendo o de passar nas provas e avaliações, mas e o aluno, onde entra nesta história toda? Por que o rendimento se tornou mais importante do que o desenvolvimento holístico da criança? O aluno é apenas o seu cérebro racional? Apenas um corpo para o trabalho? E o seu direito de exercer a cidadania? Quando vai aprender a desenvolver seu emocional e seu pensamento crítico? Quando terá voz e vez de se expressar? A educação emocional por um bom tempo foi encarada como perda de tempo. Mas neurocientistas já provaram que o centro cognitivo e de memória encontra-se també...

Dia do Arteterapeuta

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PaRaBéNsSsSs ARTETERAPÊUTAS 22/04 Esta técnica abaixo é excelente: Você pega uma folha, um lápis, respira fundo, fecha os olhos e sai riscando, põe tudo pra fora, foca no que está sentindo, pode ser raiva, ansiedade, cansaço. Quando se sentir mais aliviado, pode abrir os olhos. Você pode procurar identificar na imagem elementos que tenham sentido para você e pintar, mas só o risco irá te trazer um alívio enorme tanto dos problemas que estiverem pairando na sua consciência, quanto de questões que nem reparou que estavam lhe incomodando, e que, às vezes, aparecem nos elementos que você encontra no desenho.  Você se sentirá mais atento e focado no que for fazer depois desta técnica. Experimente!

Edgar Morin: é preciso educar os educadores

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Olá! Sei que a muito não escrevo, pretendo retomar o blog e não poderia deixar passar esta entrevista super interessante com Edgar Morin, pensador francês, que esteve no Brasil ano passado. Na entrevista, ele pontua questões muito importantes que venho me questionando já faz um tempo:  - Porque o conhecimento é fracionado em disciplinas? - O professor é realmente necessário? De que maneira ele é necessário? Fazendo um link com o vídeo de José Pacheco, da escola da Ponte, onde ele diz: Aula não ensina, prova não avalia, porque tantos debates e nada muda? Acredito que o foco da mudança deva começar pela formação do professor, e não apenas o que ele vai adquirir nesta formação, mas o exemplo de ação que terá dos próprios professores que vão auxilia-los em sua formação. Não adianta pregar construtivismo, sem entender como se aplica e sem vivenciá-lo durante sua formação. Na faculdade vão aprender a teoria, mas na hora de avaliar, vão fazer prova e trabalho...