Educação tradicional – quando a exigência é exagerada
Lendo
um artigo da revista Época pelo site contioutra não poderia deixar de expressar
minha opinião. Tema polêmico, cada um tem seus argumentos e objeções.
Quando
pensamos em educação, não consigo pensar apenas em disciplinas e conteúdos
sobre o mundo e deixar de lado aquele que está absorvendo toda essa informação.
Mais do que apenas conteúdo útil, é necessário que a criança saiba onde aplicar
o que está aprendendo, o recipiente não está vazio e precisa ser organizado e
com auxílio desenvolvido holisticamente.
A
competição tem em todo o lugar, porém no mercado de trabalho espera-se muito
mais de uma pessoa. São habilidades que uma educação tradicional onde, o
indivíduo apenas absorve não poderá desenvolver. Ainda mais com a promoção do
empreendedorismo, alunos cópias não serão capazes de serem autênticos.
Criatividade,
capacidade de resolver problemas, iniciativa, resiliência, liderança,
relacionamento interpessoal, e outros, são competências que não serão evocadas
numa escola onde primam pela quantidade de informações e disciplina que emudece
os potenciais imaginativos.
Quão
importante é uma nota? Ou ir bem num vestibular?
Vestibular, aliás, que não condiz
ainda com a profissão que a pessoa está buscando, que a obriga ao lixo mental
de informações desnecessárias para seu futuro.
O
que é mais importante: Ser bom no que se faz? Ou ser confuso e ansioso por ter
acelerado sua mente, e esgotado sua memória para tirar uma boa nota?
Na
era digital, com a quantidade de informações que somos enforcados diariamente,
a escola deveria ser um lugar onde ensinasse e ajudasse a filtrar essas
informações, mas acaba sendo um roteador ambulante que mantém os alunos insones
incapazes de desligarem-se por acumulo de conteúdo desnecessário.
Ser
competitivo, saudável e feliz requer um meio termo nessa exigência absurda da
cultura, sociedade, família e governo, pois cada um já se cobra o suficiente
por querer ser o melhor, imagina quando apenas SER não é o suficiente nem para
a própria família.
Ser o melhor e curtir viver este
melhor requer humildade e sabedoria para saber quando chegou o seu limite.
Acesse o texto na íntegra:

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